Apenas Pessoas vencem “Crises”.

Apenas Pessoas vencem “Crises”.

Acredito que este seja um momento oportuno para refletirmos um pouco sobre a importância que damos às pessoas, especialmente no ambiente corporativo.

Digo isso, porque nosso país vive uma das piores sensações de crise das últimas décadas, gerando retração nos negócios, demissões, postergações de investimentos e desconfiança interna e externa.

Me refiro a “sensações de crise”, porque em minha humilde concepção nosso problema é bem menor de fato, do que está sendo propagado na mídia e nas empresas em geral. Vivemos muito mais uma crise politica e institucional, do que econômica. Uma grande prova disso é o setor agropecuário que vive a sua maior produção e lucratividade da história. Para eles não estamos em crise, muito pelo contrário.

Gostaria de compartilhar um breve relato real, que demonstra bem o efeito dos ‘boatos’. Analisando a demonstração de resultado de uma determinada empresa, constatou-se que comparando o ano de 2016 com o de 2017, a empresa aumentou seu faturamento em quase 25% e reduziu seus custos e despesas em cerca de 22%. Entretanto, mesmo com esses números que eram para serem comemorados, a empresa demitiu 10% de seu quadro funcional, que já era ‘enxuto’,  (50% a mais que no ano anterior), bem como promoveu cortes de benefícios e estagnação de reajustes salariais. O que levou a tudo isso? A ‘sensação de crise’, o medo do desconhecido e a preocupação com os dias vindouros.

Contudo, voltando ao nosso tema, acredito que nos momentos de “crise”, o único dos recursos disponíveis (insumos, instalações, maquinas e equipamentos, capital, etc) capaz efetivamente de criar algo novo e mudar o cenário econômico das empresa é o Recurso Humano. Para começar, apenas ele pensa, é sensível, se emociona e reage de forma pró-ativa.

Os grandes profissionais foram, são e serão sempre o diferencial dos mercados. E são esses empreendedores e visionários, que conseguem “vender lencinhos, enquanto todos estão chorando”.

Deste modo, fica a reflexão: Que tipo de profissional sou eu? Do que sou capaz quando as coisas saem de minha zona de conforto?

E os empresários também precisam se perguntar: Que tipo de profissional tenho em minha companhia? O que faço para tornar esse profissional um diferencial competitivo nos momentos adversos?

Prefiro ser otimista e continuar apostando em dias melhores, mais penso que isso só será possível com a atuação eficaz de pessoais inovadoras, motivadas e capacitadas, que podem fazer toda a diferença.

Como diz a velha música “toda sorte tem, quem acredita nela”.

Grande abraço a todos e vamos superar a crise e gerar grandes negócios nesse celeiro de talentos e recursos que é o Brasil.

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